Ir para conteúdo

O sujeito inexistente está oculto

Remover o sujeito é preciso. Mas quando digo isso, não se trata de uma ação do próprio sujeito, trata-se de uma visão. É preciso ver para dentro.

Comece a ver como a mente funciona, como que a mente está instalada em você – sim, porque a mente é uma instalação, não artística, diabólica, maquiavélica, instalada em você – para controlar a sua energia. Note como a mente controla a sua energia para fazê-lo servir a algum propósito, que não é o bem de todos.

Mesmo quando você diz: “O propósito da minha ação é o bem de todos”, pergunte-se: “E quando o bem de todos estiver estabelecido, o que vou ganhar?”. Isso porque a mente é sorrateira, ela entra nos lugares mais incríveis.

O desafio é ser. É verbo. Sem nenhuma exigência ou negação, você deve estar no mundo, no meio do mundo, no meio das relações e, assim mesmo, redescobrindo, a cada instante, que você não é o agente.

Verifique: se você está casado, quem está casado? Se você tem um filho, quem tem um filho? Pode parecer complicado, a princípio, para a mente. Mas para a observação não há complicação. Pelo contrário, seguindo a ótica da observação, tudo fica muito mais simples.

Estabeleça uma relação límpida com os objetos e imediatamente ocorrerá um realinhamento quanto ao sujeito. Onde há observação não há sujeito, basta olhar para dentro.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s

%d blogueiros gostam disto: