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O labirinto da mente e seus espelhos

Ver para fora é o espetáculo esperado de você para manter a insanidade de pé. Ver para dentro é o oposto de ver o outro – apesar de que, ulteriormente, quando você vê a si mesmo, vê que você também é o outro. Mas para um começo de conversa, ver a si mesmo tem somente uma função: ver a sua mente.

Diante disso, é preciso estabelecer que a sua mente não é você. Agora você chega a um outro patamar, a uma outra dimensão de clareza.

Há enorme função em ver a sua mente, porque a sua mente, como ela é, não é você, ela é o outro. A sua mente, por não ser você, é outro. Mas a mente não quer que você a veja como você-outro, porque senão você desperta.

Observação é o gás desse processo. Porém não está condicionado em você, não está estruturado em você ver a sua mente funcionando. A mente é sempre usada para ver o outro. E quando vê o outro, o que ela faz, fundamentalmente?

Participante – Julga.

Ela julga. É bom saber que você está observando a própria mente, porque é exatamente o que a mente faz ao ver o outro: ela não vê o outro, ela julga o outro. Mas se ainda não percebeu, está na hora de ver: a mente é cega.

Portanto, pare todo o movimento. Aquiete-se. E encontre a si mesmo onde o outro não existe. E, melhor ainda, onde o outro é você.

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